Buscapé

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Estresse também se reflete na pele

Estresse também se reflete na pele

Conheça as doenças que podem ser agravadas por esse mal da vida moderna

 
Estresse: muitas doenças de pele surgem ou são agravadas pelo cansaço e pela ansiedade

O estresse está ligado ao surgimento de diversas doenças. Fatores inerentes a essa condição, como cansaço extremo, depressão e ansiedade , aumentam a ocorrência de problemas na pele, no cabelo e nas unhas, aponta a Associação Americana de Dermatologia.
Uma das doenças de pele mais ligadas aos fatores emocionais é a psoríase , devido à liberação de substâncias que seguem até o cérebro diminuindo as quantidades de serotonina, oradrenalina e a dopamina, neurotransmissores que ajudam a equilibrar as emoções.
“Quando uma pessoa com psoríase fica estressada os sintomas cutâneos podem ser agravados, piorando o estado emocional”, explica a dermatologista Karla Assed.
Outra doença intimamente ligada ao estresse é a dermatite seborreica. Entre os sintomas mais comuns estão caspa, coceira no couro cabeludo e descamação nos supercílios, nos ouvidos ou na região em volta do nariz. É bem comum em todas as fases da vida, independentemente do sexo, principalmente entre as pessoas com pele e cabelos oleosos.
O tratamento para os problemas agravados pelo estresse varia, claro, de acordo com a doença. “Cada doença dermatológica ocasionada pelo estresse tem um tratamento próprio. Além do foco na pele, pode-se, dependendo de cada caso, associar um acompanhamento psicológico, para melhorar a autoestima e aliviar o estresse. Dessa maneira, pode-se evitar o agravamento ou o reaparecimento do problema de pele”, diz a dermatologista.
Conheça as principais doenças de pele agravadas pelo estresse:
Psoríase – é uma doença inflamatória crônica que causa o aparecimento de manchas vermelhas e descamativas na pele. Afeta aproximadamente 3% da população mundial e é bastante frequente entre homens e mulheres, principalmente na faixa etária entre 20 e 40 anos. Até hoje não se sabe com exatidão a origem da doença, mas pesquisas científicas vêm mostrando que em 30% dos casos o fator genético está envolvido. No entanto, estresse emocional, traumas ou irritações na pele, infecções na garganta, baixa umidade do ar ou alguns medicamentos podem aumentar ou iniciar os surtos a doença. .
 
Manchas do vitiligo: doença pode ser agravada pelo estresse
Vitiligo – doença não contagiosa que causa a perda da pigmentação natural da pele. Aparece em formas de manchas brancas de diversos tamanhos e formatos.
Dermatite de contato alérgica –  algumas substâncias, quando em contato com a pele, podem causar lesões avermelhadas que coçam e produzem gotas d´água no local. Essas são as características de uma dermatite de contato alérgica, e o contato com essas substâncias deve ser evitado. 
Dermatite seborreica – doença crônica que se manifesta em partes do corpo onde existe maior produção de óleo pelas glândulas sebáceas ou a presença de fungos. Ela se manifesta sob a forma de lesões avermelhadas que descamam e coçam principalmente no couro cabeludo, sobrancelhas, barba, região próxima do nariz, atrás e dentro das orelhas, no peito, nas costas e nas dobras de pele (axilas, virilhas e abaixo dos seios)..
Acne – ela se manifesta pelo aparecimento de cravos e espinhas causados pelo aumento da secreção sebácea e obstrução dos poros. Face e costas são as áreas mais afetadas. 
Herpes – infecção causada por um vírus. Gera feridas doloridas que desaparecem e voltam em períodos alternados, geralmente quando a imunidade está muito baixa. 
Hiperidrose – disfunção do sistema nervoso que leva a pessoa a eliminar suor excessivamente em determinadas regiões do corpo como pés, mãos e virilha.

Veja a seguir outros sinais do corpo que revelam o estresse:
Queda de cabelo: o estresse libera hormônios que alteram as células, deixando os cabelos mais finos e facilitando a queda.
Fonte: /blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=4314436552123356689r. 
 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Título da postagemAtendimento de emergência em infartos é imprescindível

Atendimento de emergência em infartos é imprescindível


Infarto: tempo é vida
O atendimento de emergência, em locais de grande circulação, só deve ser feito por uma equipe treinada e com o suporte de um desfibrilador.
Imprescindível para uma vítima de ataque cardíaco é a velocidade com que ocorre o atendimento médico. Depois do primeiro sinal, a probabilidade de sobrevivência cai 10% a cada minuto que se passa. Conforme o Dr. Miguel Moretti, chefe do Pronto Socorro e Unidade Coronariana do Hospital Bandeirantes e assistente-doutor do Incor a principal complicação do infarto é a parada cardíaca.
“Ela ocorre em geral antes do paciente chegar ao hospital e muitas vezes é o primeiro sinal de infarto. Nesse caso devem ser iniciadas as manobras de ressuscitação cardiopulmonar o mais rápido possível, em até 3 minutos”, explica o cardiologista. O médico orienta que dentre as manobras de ressuscitação um dos procedimentos mais efetivo é a desfibrilação ventricular – choque com um desfibrilador.
“Em locais de grande circulação é necessária à presença de um desfibrilador e de uma equipe treinada para utilizá-lo e também para realizar as manobras de ressuscitação, até a chegada do serviço especializado”. A Lei n° 13.945, de 2005, alterada pela Lei de n° 14.621, de 2007, obriga a existência de um desfibrilador cardíaco em locais com circulação média diária de 1,5 mil pessoas ou mais. Entretanto, a realidade é diferente do que se mostra ideal: são poucos os estabelecimentos que contêm o equipamento e dispõem de equipes qualificadas para utilizá-lo.
Instituições de ensino, estações de metrô, estádios de futebol, supermercados, shopping centers, aeroportos, hotéis e centros empresariais estão entre os locais que devem estar adequadamente preparados para esse tipo de acontecimento. De acordo com a lei, pelo menos 30% dos funcionários desses locais devem estar aptos para prestar o atendimento de emergência por meio de curso ministrado por entidades credenciadas ao Conselho Nacional de Ressuscitação.
O Dr. Moretti ainda explica que “os funcionários devem ser treinados segundo protocolos de treinamento definidos e ministrados por sociedades médicas ou oficiais como, por exemplo, o Corpo de Bombeiros. Depende de cada protocolo a contemplação de profissionais da saúde ou não”.
A população também deve estar alerta sobre os riscos de infarto. A SBHCI – Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista – e a SBC Sociedade Brasileira de Cardiologia – uniram-se para promover a Campanha Coração Alerta. Segundo o presidente da SBHCI, Dr. Marcelo Queiroga, o engajamento de todos é essencial para disseminar orientação à sociedade. “Grandes empresas que têm responsabilidade social podem e devem se juntar a nós. Essa é uma causa para todos”.
O principal risco de infarto é a falta de informação. “Muitas vezes as manifestações clínicas confundem os pacientes, fazendo com que busquem outros especialistas. A Campanha Coração Alerta orienta a população sobre os principais sintomas de doenças cardíacas. O infarto pode acontecer mesmo em pacientes fora das faixas de risco”, salienta o Dr. Queiroga.
Fonte: /blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=4422433575739158980

domingo, 28 de outubro de 2012

Arroz Integral Para a Prevenção do Diabetes

Arroz Integral Para a Prevenção do Diabetes

arrozIntegralParaAPrevencaoDoDiabetesQuer ter mais saúde? Então dê preferência ao arroz integral!
O arroz integral é um cereal integral, completo - é o arroz branco antes de ter sido refinado e polido e despojado da cobertura de farelo, que é rico em fibras e nutrientes. O arroz integral também tem um índice glicêmico menor do que o arroz branco, o que significa que não causa uma elevação rápida dos níveis de glicose no sangue.
Agora um novo estudo de pesquisadores da Universidade Harvard relata que os americanos que comem duas ou mais porções de arroz integral por semana reduzem seu risco de desenvolver diabetes tipo 2 em cerca de 10 por cento em comparação com pessoas que comem menos de uma vez por mês. E aqueles que comem arroz branco regularmente - cinco ou mais vezes por semana - são quase 20 por cento mais propensos a desenvolver diabetes tipo 2 do que aqueles que comem menos de uma vez por mês.
Substituir um terço de uma porção de arroz branco pelo integral por dia pode reduzir o risco de diabetes tipo 2 por 16 por cento, a análise estatística mostrou. Uma porção é uma xícara de arroz cozido.
O estudo não é o primeiro a apontar o dedo para alimentos como o arroz branco como o culpado pelo diabetes tipo 2. Um estudo de 2007 feito com mulheres chinesas em Xangai, descobriu que as mulheres de meia-idade que comem grandes quantidades de arroz branco e outros carboidratos refinados também tinham um risco aumentado de desenvolver diabetes em comparação com outras pessoas que comeram menos.
"O mais importante é que mostramos evidências de que o consumo de arroz branco - mesmo em níveis baixos - ainda está associado com maior risco de diabetes", disse o Dr. Sun, da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard. "É muito recomendado substituir o arroz branco com a mesma quantidade de arroz integral ou outros cereais integrais."
Além de ter um índice glicêmico mais baixo, arroz integral também contém nutrientes importantes como o magnésio, que são retirados durante o processo de refino, além de conter muito mais fibras. Estudos anteriores descobriram que ter esses nutrientes na dieta protege contra o diabetes, disse o Dr. Sun.
Fonte:/blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=7195480178820465566

sábado, 27 de outubro de 2012

Crianças obesas comem mais porque têm paladar menos sensível, diz estudo

Crianças obesas comem mais porque têm paladar menos sensível, diz estudo

 Foto: Getty Images


Crianças obesas têm papilas gustativas menos sensíveis. E é justamente a menor percepção dos cinco sabores (amargo, doce, salgado, azedo e umami) que faz com que comam mais. A descoberta é da Universidade Charité Hospital, em Berlim, Alemanha. Os dados foram divulgados pelo jornal Daily Mail.
Os cientistas analisaram voluntários entre 6 e 18 anos, sendo 94 de peso normal e 99 obesos. Todos estavam com a saúde em dia e não tomavam medicamentos que pudessem afetar o paladar e o olfato. A sensibilidade ao gosto foi testada com tiras gustativas na língua, que abrangiam os cinco sabores em quatro intensidades.
Constatou-se que, embora os pequenos obesos tenham capacidade semelhante dos outros de saborear o doce, apresentaram menor sensibilidade aos outros tipos de gosto.  Com o tempo, os participantes do grupo de controle melhoraram a capacidade de diferenciar as sensações, o que não ocorreu com os obesos.
O motivo exato para essas diferenças não foi identificado. Os pesquisadores acreditam que genes, hormônios, cultura e exposição a diferentes gostos no início da vida desempenhem um papel importante.
 Fonte:blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=3846536670440554814

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

As 4 frutas que eliminam gordura



 

 



As 4 frutas que eliminam gordura

Pera
Ela tem seu mérito e não só a popular maçã - na hora de enxugar os quilos extras. Pesquisa do Instituto de Medicina Social da Universidade do Rio Janeiro -- e publicada no o Journal of Nutrition, uma das mais respeitadas revistas americanas sobre nutrição -- mostrou que as mulheres que comeram três peras por dia durante 12 semanas consumiram menos calorias e perderam mais peso do que as que não ingeriram nenhuma fruta. O estudo foi feito com 411 voluntárias entre 30 e 50 anos. A pera tem a grande vantagem de ser bem fibrosa. Concentra, em média, 3 gramas de fibras totais por 100 gramas - quase o dobro da maçã, que fornece 1,6 grama, afirma a nutricionista Tânia Rodrigues, diretora da RGNutri Consultoria Nutricional, de São Paulo. Além disso, o consumo de uma unidade representa 12% da necessidade diária de fibras, que é de aproximadamente 25 gramas por dia. Ela também é grande fonte de fibras insolúveis, que estão relacionadas à prevenção de prisão de ventre e de doenças como diverticulite e câncer de cólon, completa Tânia.


Grapefruit e suas irmãs
Quer uma razão para reverenciar essa fruta? Ingerir metade de uma grapefruit ou tomar seu suco antes de cada refeição pode ajudar na perda de até meio quilo por semana, mesmo que você não mude absolutamente nada na sua dieta. Foi essa a conclusão a que chegaram os pesquisadores da Scripps Clinic, na Califórnia, uma rede de serviços de saúde sem fins lucrativos e que investe pesado em estudos. Eles acompanharam 100 obesos por 12 semanas. Passado esse período, descobriram que componentes da fruta ajudam a regular a produção de insulina, um hormônio que está intimamente ligado ao estoque de gordura. Níveis baixos de insulina também contribuem para afastar o apetite por mais tempo quando os índices estão elevados, o hormônio estimula o hipotálamo, região do cérebro que, entre outras funções, regula a fome. Se anda difícil encontrar grapefruit na sua cidade, aposte em duas outras variedades: a laranja-pêra e a laranja-bahia. A sugestão é de Vanderlí Marchiori, nutricionista e fitoterapeuta, de São Paulo. Elas contêm os mesmos compostos e atuam da mesma forma no emagrecimento, garante.


Banana verde
Verdade. Nesse estágio, ela faz a balança se render graças a um amido resistente que ainda marca presença no macarrão integral, no feijão branco, na lentilha, na cevada e no pão com grãos integrais, que têm alto poder de saciedade. Esse efeito ficou mais do que comprovado em uma pesquisa americana realizada pela Universidade do Estado de Louisiana e publicada no Journal of Obesity. De acordo com o estudo, esse amido estimula hormônios que fazem o organismo se sentir satisfeito e sinalizam que é hora de parar de comer. O amido resistente também promove um aumento do peristaltismo intestinal, que pode diminuir a absorção de nutrientes e, consequentemente, de calorias, afirma a nutricionista Luci Uzelin, coordenadora de nutrição do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Outro dado: um pequeno estudo da Universidade do Colorado revelou que a queima de gordura foi 23% maior entre os pacientes que incluíram alimentos ricos nesse amido. Dá para comer banana verde? Sim. Você encontra receitas ótimas na internet ou no livro Yes, nós temos Bananas (editora Senac), de Heloísa de Freitas Valle, uma das pioneiras no uso da fruta verde como ingrediente principal de vários pratos.


Amêndoas
Esta também é de cair o queixo: um farto punhado de amêndoas, cheia de gorduras -- benéficas, diga-se -- é capaz de reduzir o peso. E não só ele: a barriga também! Isso é o que mostra um estudo realizado no City of Hope National Medical Center in Duarte, Califórnia, nos Estados Unidos, e publicado no International Journal of Obesity. Em seis meses, os pacientes que adotaram diariamente 84 gramas da fruta oleaginosa (cerca de 70 unidades!) reduziram 18% do peso e 14% da medida na cintura. O colesterol ruim (LDL) também diminuiu 15% e os triglicérides, 29%. O grupo que se deliciou com as amêndoas perdeu também 56% a mais de gordura corporal em comparação com a turma que ingeriu o mesmo número de calorias na forma de carboidratos complexos, que estão nos cereais integrais, no arroz, nos pães, nas massas e nas batatas. Além das fibras, que afastam a fome por mais tempo, a amêndoa contém ômega-3, gordura do bem que ajuda a estimular os hormônios da saciedade, afirma a médica ortomolecular Heloísa Rocha, do Rio de Janeiro. Também é riquíssima em vitamina E, que regula os hormônios sexuais tanto no homem como na mulher. Nele, a amêndoa  facilita a formação de massa magra. E, quanto mais massa magra, maior a queima de gordura. Nela, o mesmíssimo amido resistente evita o estoque das células gordurosas. Ou seja, o peso despenca.

  Fonte:blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=5623311855058728363






 


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Como Reduzir o Risco de Câncer de Mama

Como Reduzir o Risco de Câncer de Mama

comoReduzirORiscoMelhore 3 itens em seu estilo de vida e proteja-se contra o câncer de mama.

Estudos na Universidade de Harvard demonstram que alguns ítens do estilo de vida estão associados ao câncer de mama. São eles: sedentarismo, uso de bebidas alcoólicas e o sobrepeso.

Se você não pode saber se terá ou não o câncer de mama, prosseguindo sempre com um estilo de vida saudável, você pode reduzir seu risco de câncer de mama e outras doenças. Os passos recomendados são:
MANTENHA UM PESO SAUDÁVEL
O ítem mais importante para diminuir o seu risco de câncer de mama é manter um peso corporal saudável,  desde a infância. Se o seu IMC (uma medida de gordura corporal baseado no peso e altura) é inferior a 25, você deve trabalhar para mantê-lo assim. Se o seu IMC é superior a 25, você pode melhorar sua saúde, diminuindo este valor. Quanto maior seu IMC, maior sua chance de desenvolver câncer de mama. Estudos têm demonstrado que ter um IMC acima de 25 aumenta o risco de morrer de doenças cardiovasculares e câncer em geral. Mulheres com sobrepeso têm níveis mais elevados de estrogênio do que mulheres magras.
EVITE BEBIDAS ALCOÓLICAS
As mulheres que bebem qualquer quantidade de álcool têm um índice maior de câncer de mama, uma vez mais a quantidade é culpada. Três ou mais bebidas alcoólicas por dia dobram o risco de câncer de mama, em comparação às que não bebem.
FAÇA ATIVIDADE FÍSICA
A Atividade física tem sido considerada como um meio de prevenir o câncer de mama, eliminando o excesso de gordura corporal. Como mencionado, em indivíduos com sobrepeso, o excesso células de gordura pode conduzir a uma maior quantidade de estrogênio e maior risco de câncer de mama. Outra teoria propõe que as mulheres ativas fisicamente tem os  depósitos de gordura diminuídos. Por sua vez, menor número de depósitos pode significar menos entidades para armazenarem "toxinas", tais como substâncias cancerígenas. Quaisquer que sejam as razões, a transpiração é excelente proteção para o seu organismo, seja qual for o seu peso. A maioria dos estudos tem demonstrado que as mulheres que se dedicam a pelo menos uma hora por dia de atividade física têm cerca de uma diminuição de 20 por cento de chance desenvolver câncer de mama.Faça caminhada!  Procure fazer seu dia mais ativo através de escadas em vez de elevadores, fazer exercício divertido, fazendo rotinas que você goste, no mínimo 30 minutos por dia." 
Se você está ativa agora, parabéns. Você pode colher benefícios ainda maiores com o aumento da freqüência e intensidade de sua atividade. Tente chegar 60 minutos de moderada intensidade à vigorosa atividade, pelo menos, cinco dias por semana, de preferência todos os dias. Moderada à vigorosa é qualquer atividade que eleva a sua freqüência cardíaca 50 por cento para 70 por cento do seu máximo e, geralmente, provoca-lhe transpiração.

Lembre-se: "A saúde que você tem, é em grande parte sua escolha!"

Fonte:/blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=356231678449727817

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Seis dicas para adaptar o corpo ao horário de verão

Seis dicas para adaptar o corpo ao horário de verão

Evite o sono fora de hora e os distúrbios de apetite, comuns os primeiros dias.

As horas a menos para descansar durante o horário de verão geram um desgaste natural, acentuado pela adaptação inicial ao relógio. Uma pesquisa conduzida por laboratórios de cinco países sul-americanos, incluindo mais de 9.250 pessoas do Brasil, mostrou que 46% da população sente algum tipo de desconforto com o começo do horário de verão. "Entre os distúrbios resultantes da mudança estão a dificuldade para dormir e a consequente sonolência pela manhã", afirma o fisioterapeuta e especialista em fisiologia da Universidade Guarulhos (UnG), Renato Costa.

Quando a rotina muda, seu ciclo biológico é alterado e o organismo não consegue se preparar. Resultado: você acorda cansado e não consegue render no trabalho e na escola. Há ainda mais riscos de acidentes de trânsito e no trabalho. Os perigos só desaparecem cerca de duas semanas depois, quando o corpo já teve tempo de se acostumar aos novos horários. Por outro lado, tem gente que atravessa a estação inteira com problemas. Para sofrer menos com o horário de verão, siga as dicas do fisioterapeuta:
Mantenha o ritmo mais leve
Relaxe no dia em que o horário de verão entra em vigor, evitando indisposição. Pegar leve nos exercícios, realizar atividades que acalmem, como ioga, por exemplo, é uma saída.
Fonte: blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=2847759634309387209

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Sete cuidados para manter as unhas impecáveis

Sete cuidados para manter as unhas impecáveis

Evite que as cutículas ressequem e que a unha descame ou fique amarelada

Protetor solar para a pele e hidratação redobrada para os cabelos são cuidados básicos para o verão - sem eles, ao término da estação, fica difícil até se olhar no espelho tamanho o estrago. Mas e suas unhas, como prevenir que elas descamem, amarelem ou passem a quebrar à toa? "Os cuidados essenciais valem para o ano todo, mas existem alguns truques especiais para os dias de verão", afirma a dermatologista Daniela Hueb, especialista do Minha Vida.

A seguir ela e duas manicures ensinam o que você precisa fazer para aproveitar os dias de calor sem precisar esconder as mãos no bolso. 

mulher loira bebendo água - Foto Getty Images
Beba bastante água
Beber água interfere diretamente na saúde das nossas unhas. "No verão as cutículas tendem a ficar mais ressecadas e o cloro da piscina pode deixar as unhas quebradiças e causar desfolhamentos - quando começam a sair pequenas camadas da unha", explica a manicure Valquíria Pacheco, do salão Clube Capelli, no Rio de Janeiro.
Manter o corpo hidratado faz com que suas também fiquem mais hidratadas e saudáveis, evitando esse tipo de complicação. "Seis copos de água por dia é o mínimo. Você ainda pode completar o consumo com sucos naturais, fonte de vitaminas e sais minerais que fortalecem as unhas", afirma a manicure e porcelanista Lene Alves, do salão Fino Capelli, também no Rio de Janeiro. O enxofre, o silício e as vitaminas A e B12 ajudam no fortalecimento das unhas e podem ser encontradas em alimentos como nozes, leite, ovos, espinafre, aveia e frutas vermelhas, de acordo com a dermatologista. 

Fonte:/blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=2777464722689860690

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A maioria dos alimentos tem sódio demais:

A maioria dos alimentos tem sódio demais: 

Alimentos como queijo parmesão, macarrão instantâneo e biscoitos são um dos que apresentam os maiores níveis de sódio

Queijo parmesão
Queijo parmesão: 100 gramas do alimento têm quase a mesma quantidade de sódio que a OMS recomenda como o limite para ingestão diária (Thinkstock)
Uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) identificou alto teor de sódio em grande parte dos alimentos vendidos no país. O trabalho foi feito com base na análise de 26 tipos de produtos, como bolachas e frios — dos grupos analisados, apenas cinco apresentaram níveis do ingrediente considerados adequados.
O produto campeão em teor de sódio, de acordo com o levantamento, é o queijo parmesão ralado: uma média de 1.981 miligramas por 100 gramas do produto. Em seguida está o macarrão instantâneo, com 1.798 miligramas por 100 gramas do produto (confira os principais “campeões do sódio”). Segundo recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), a ingestão máxima de sódio deve ser de dois gramas diários, o equivalente a cinco gramas de sal. O brasileiro consome 12 gramas de sal por dia, mais do que o dobro do recomendado pela OMS. "O que nos preocupa é que boa parte dos alimentos com alto nível de sal é muito consumido por crianças", diz Denise de Oliveira Resende, gerente-geral de alimentos da Anvisa. 
Os campeões de sódio

1 de 8
Queijo parmesão

O queijo parmesão ralado apresentou uma média de 1.981 miligramas de sódio por 100 gramas de alimento. Já o queijo em pedaços teve uma média de 1.402 miligramas de sódio por 100 gramas de alimento. A pesquisa da Anvisa chegou a encontrar produtos com 3.052 miligramas de sódio em 100 gramas do queijo.

Redução — O macarrão, assim como bolachas e salgados de milho, integram o programa de redução de sódio de produtos processados no país, feito pelo Ministério da Saúde e Associação Brasileira de Indústrias de Alimentação. O acordo, anunciado em 2011, prevê a retirada gradual do sódio de alimentos processados. Até agora foram anunciadas reduções para 13 classes de alimentos. A meta é retirar até 20 mil toneladas de sódio até 2020.
A redução programada, porém, é considerada tímida por nutricionistas e entidades ligadas ao direito do consumidor. "Mesmo com a mudança, produtos vão continuar com alto teor de sódio. Em outras palavras: o brasileiro continuará consumindo muito mais do que o recomendado", diz o gerente do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Carlos Tadeu de Oliveira. Ele cita como exemplo o macarrão: "A meta é 1.920 miligramas de sódio. Quase a necessidade de um adulto para o dia todo.”
Redução de sódio
Pão francês
Teor atual
: 648mg/100g
Meta
: 586mg/ 100g
Redução:
2,5% ao ano até 2014

Batata palha ou frita
Teor atual
: 720mg/100g
Meta:
529mg/ 100g
Redução:
5% ao ano até 2016

Salgadinhos de milho
Teor atual
: 1.288mg/100g
Meta:
747mg/ 100g
Redução:
8,5% ao ano até 2016

Bolos prontos
Teor atual
: 463mg/100g
Meta
: Entre 204mg/100g e 332g/100g (varia conforme o tipo de bolo)
Redução:
De 7,5% a 8% ao ano até 2014

Misturas para bolo
Teor atual
: 568mg/100g
Meta
: 334mg/100g (aerados) e 250mg/100g (cremosos)
Redução:
De 8% a 8,5% ao ano até 2016

Biscoitos
Teor atual
:1.220mg/100g (salgados), 490mg/100g (doces) e 600mg/100g (doces recheados)
Meta
: 699mg/100g (salgados), 359mg/100g (doces) e 265mg/100g (doces recheados)
Redução: 
7,5% a 19,5% ao ano até 2014

Maionese
Teor atual
: 1.567mg/100g
Meta
: 1.052mg/100g
Redução:
9,5% ao ano até 2014
Denise afirma que uma redução drástica traria problemas para empresas e afastaria o consumidor. "As pessoas poderiam estranhar o sabor. Além disso, há um problema técnico: o sódio é importante para conservar os alimentos." Pelo cronograma, a partir de 2013 alguns produtos já devem ser comercializados com menos sódio em sua composição. "Pelas análises que fizemos, alguns produtos já apresentam uma média menor do que a foi acordada, como a maionese", afirma Denise. A meta é que o produto tenha, no máximo, 1.283 mg/100g. A média encontrada pela Anvisa está em 1.096.
Fiscalização — A gerente diz que o controle sobre o cumprimento do acordo começará a ser feito a partir de 2013. "Se números revelarem que a adesão está baixa, não está descartada a possibilidade de criar metas obrigatórias." Para Oliveira, no entanto, medidas mais ousadas poderiam ser adotadas rapidamente. "O acordo tentou abrandar as discussões sobre uma regulamentação mais severa. Autorregulamentação pode ser benéfica, mas os padrões têm de ser adequados."”
Denise destaca que várias amostras de um mesmo produto apresentam teores diferentes de sódio, como o queijo parmesão: a diferença entre produtos chega a ser de 13,7 vezes. "Daí a importância de a população chegar nos rótulos a composição." Denise afirmou que foram encontrados produtos com teores de sódio distintos da embalagem. As empresas, diz, foram autuadas. Procurada, a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) afirmou não conhecer os dados, o que a impedia de fazer uma avaliação do trabalho.
Fonte: /blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=585911505608059826

domingo, 14 de outubro de 2012

Comer tomate diminui o risco de AVC:

Comer tomate diminui o risco de AVC:

Fruto é rico em uma substância antioxidante que retarda o envelhecimento das células

suco de tomate
Tomate pode ser aliado para afastar as chances de um AVC (Thinkstock)
Comer tomates e outros alimentos derivados do fruto pode ajudar a prevenir um acidente vascular cerebral (AVC), concluiu uma nova pesquisa finlandesa. Segundo o estudo, esse efeito protetor ocorre pois o tomate é rico em licopeno, uma substância que é responsável por dar a cor avermelhada aos alimentos e que funciona como um agente antioxidante no corpo — ou seja, protege as células dos danos causados pelos radicais livres e, assim, retarda o envelhecimento.
Os resultados desse trabalho foram publicados nesta terça-feira no periódico Neurology, uma publicação da Academia Americana de Neurologia. No início do estudo, foram medidos os níveis de licopeno no sangue de 1.031 homens de 46 a 65 anos de idade, que foram acompanhados ao longo de 12 anos. Até o final da pesquisa, 67 homens sofreram um AVC.
O maior risco do problema foi associado aos menores níveis de licopeno na corrente sanguínea: de acordo com o estudo, os maiores níveis diminuíram as chances de um derrame em 55%. Entre os 258 participantes com os menores níveis do antioxidante, 46 sofreram um AVC, enquanto, entre os 258 homens com os maiores níveis da substância, apenas 11 tiveram o problema.
Segundo Jouni Karppi, pesquisador da Universidade do Leste da Finlândia e coordenador do estudo, como a pesquisa somente mediu os níveis de licopeno no sangue de um indivíduo, a quantidade de tomate que é preciso ingerir para obter esse benefício não foi definida. “Mesmo assim, nossa pesquisa fornece ainda mais evidências de que uma dieta rica em frutas e vegetais está associada a um menor risco de AVC. Além disso, reforça a ideia de que comer cinco porções de frutas e vegetais ao dia pode reduzir de forma significativa a incidência de derrames cerebrais ao redor do mundo”, diz Karpp
Fonte:/blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=425

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e álcool, diz especialista

Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e álcool, diz especialista


  Especialistas alertam que sexo oral também precisa ser feito com camisinha
O cigarro e o consumo frequente de bebidas alcoólicas sempre foram apresentados como vilões dos cânceres de orofaringe, especialmente na região da garganta. Embora ambos continuem sendo importantes fatores de risco, na última década observou-se um aumento significativo de casos da doença relacionados ao vírus HPV (papilomavírus humano).
O oncologista Dr. Luiz Paulo Kowalski, diretor do Núcleo de Cabeça e Pescoço do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo (SP), explica que houve uma mudança no perfil da doença, ou seja, “o que antes era frequente em homens acima dos 50 anos que fumavam e bebiam, agora é mais comum em jovens (30 a 40 anos) que fazem sexo oral desprotegido e têm vários parceiros”.
  É uma epidemia que está começando e acredito que por volta de 2020 o número de casos de câncer na garganta por HPV vai superar o provocado por álcool e tabaco. Atualmente, em São Paulo, cerca de 50% das pessoas com câncer de orofaringe foram infectadas pelo papilomavírus humano.
Para o médico, apesar de a conscientização da sociedade sobre os perigos do tabaco e o consequente abandono do vício, hoje o desenvolvimento do câncer na região da boca é decorrente da mudança de comportamento dos jovens que negligenciam o uso da camisinha.
  A principal forma de contágio é o sexo oral, sendo que ainda existe a possibilidade de transmissão do vírus pelo beijo. Por isso, é importante fazer sexo seguro e procurar restringir o número de parceiros.
Além disso, o especialista reforça que a vacina contra o HPV é a forma mais eficaz de prevenção e deve ser administrada, de preferência, antes do primeiro contato sexual. No entanto, a ginecologista Dra. Neila Maria de Gois Speck, professora afiliada do departamento de Ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e membro da diretoria da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, avisa que ela também pode ser usada por pessoas mais velhas.
  A indicação de bula é para mulheres entre 9 a 26 anos, mas trabalhos científicos mostram que ela é eficaz até os 50 anos. Além disso, a vacina é aprovada para o uso em homens.
Diagnóstico
Entre os sintomas do câncer de garganta, o médico do Hospital A.C. Camargo destaca dor persistente e progressiva na região, geralmente de um único lado, e dificuldade de engolir. Segundo ele, como o assunto está mais conhecido
pela classe médica e população em geral, o diagnóstico se torna precoce e a chance de cura é maior.
  A cura depende da extensão da doença, mas em estágios iniciais a chance é de 90%; em casos mais avançados a porcentagem cai para 70%. Mesmo assim, é importante o paciente redobrar as medidas preventivas porque a doença pode voltar.
Assim como para o câncer de mama, o autoexame na boca e garganta é importante. Dr. Kolwaski orienta olhar na frente do espelho e procurar manchas vermelhas, brancas, feridas e bolinhas na região. Se detect
ado alguma alteração, vale procurar um especialista que pode, inclusive, ser o dentista ou otorrinolaringologista.
— Caso esses profissionais desconfiem de câncer, o oncologista será contatado e assumirá o caso.
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Crianças abandonam tratamento contra obesidade pela metade

Crianças abandonam tratamento contra obesidade pela metade

Para combater a obesidade verificada nos últimos anos, é necessário a inclusão da educação nutricional no currículo escolar, diz especialista
Um levantamento com pacientes do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia indicou que 40% das crianças obesas abandonaram o tratamento na metade. Para o diretor de Nutrição do instituto, Daniel Magnoni, o resultado indica as dificuldades de manter esses pacientes na rotina do tratamento.
  Manter o adulto já é muito difícil, porque nós temos envolvimento social, cultural, profissional. Na criança, não tem o profissional, mas é difícil fazer uma dieta adequada no dia a dia, com a merenda escolar completamente fora de controle e a possibilidade do fast food.
A pesquisa avaliou 51 crianças e adolescentes que estavam em tratamento no instituto.
Entre as crianças que abandonaram o tratamento, os fatores de risco relacionados à obesidade aumentaram em um terço delas.
  Abandonar o tratamento pressupõe um risco muito grande de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, acidente vascular cerebral.
Para combater o aumento da taxa de obesidade verificada nos últimos anos, Magnoni defende a inclusão da educação nutricional no currículo escolar. A Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2009 (POF) indica que, na faixa de 10 a 19 anos, 21,7% dos brasileiros têm excesso de peso. Em 1970, o índice era 3,7%.
Segundo o especialista, o aumento está relacionado às mudanças de hábito ocorridas ao longo dos anos.
  As crianças de hoje são muito presas em casa, não andam de bicicleta, nem jogam futebol. Temos também um aumento do consumo de alimentos muito calóricos, a facilidade do acesso a alimentos industrializados.
Maus hábitos dentro de casa ajudam a reforçar o problema, ressalta Magnoni.
Grande parte das crianças é filho e neto de pacientes com doenças cardiovasculares, obesidade e hipertensão. Isso mostra a necessidade de você atuar combatendo a obesidade das crianças.
“A criança é o melhor professor dos seus pais no estilo de vida saudável”, reforçando a importância da educação nutricional nas escolas.
FONTE: /blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=4992061564439376610

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Transformação diminui comprimento e dá cor uniforme aos fios

Transformação diminui comprimento e dá cor uniforme aos fios

Centímetros a menos no comprimento deixam o visual mais atual e moderno. Foto: Andrea Felizolla/Terra

Como boa parte das meninas de sua idade, a estudante Sinthia da Cruz Marques, 18 anos, tem até medo de cortar suas madeixas. Nem em sonho ela cogita trocar os longos fios por um corte curto. Porém, assim que chegou ao L´Officiel III para participar da transformação desta semana teve um choque de realidade e soube que não iria conseguir manter aquele cabelão tão comprido.
O hairstylist Nando Ardessore, entretanto, foi bonzinho e não propôs nada radical. Sinthia teria, sim, que cortar os fios, mas eles continuariam compridos. A autora do blog "O Prazer de se Maquiar" ficou apreensiva, mas deu carta branca para o profissional começar o processo. Antes de qualquer coisa, os fios da estudante foram lavados e condicionados com a linha profissional de Seda. Depois, ela foi para a cadeira do expert fazer o temido corte.
Nando iniciou tirando cerca de 10 centímetros da base e, em seguida, repicou as laterais. "Faço o corte em camadas para tirar o excesso de volume", comentou. A etapa seguinte consistiu na coloração. As luzes mais claras nas pontas já tinham sido exterminadas com a tesoura e no restante do cabelo foi aplicada uma mistura dos tonalizantes 8.02 (bege claro amadeirado) e 7.02 (bege amadeirado). A química ficou apenas 10 minutos agindo para evitar manchas no cabelo. "As pontas estavam com tinta e mais escuras que a raiz, por isso tiramos rápido o produto. Deixamos apenas uniformizar a cor", explicou o cabeleireiro.
De volta à cadeira de Nando, foi dado início à etapa final da transformação. As madeixas de Sinthia foram secas com o difusor e depois o penteado finalizado com babyliss. Apenas a franja foi escovada para ficar lisa. A expressão da estudante e blogueira quando viu seu novo visual no espelho não deixou dúvidas de sua surpresa. Mas ela não teve como negar que ficou muito mais bonita. "Ainda estou estranhando o comprimento, mas estou me sentindo bonita", disse.
Fonte:/blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=797591854116150508

Título da postagemCachos são definidos apenas com o modo certo de secar;

Cachos são definidos apenas com o modo certo de secar;

O comprimento manteve-se praticamente o mesmo, mas as madeixas da estudante Jéssica Raya de Oliveira foram iluminadas com luzes e ganharam cachos bem .... Foto: Andrea Felizolla/Terra

A estudante Jéssica Raya de Oliveira, 21 anos, não abre mão dos fios longos. O motivo é evitar que eles se armem. Por isso, quando chegou ao Red Door para participar da transformação pediu para não tirarem muito do comprimento. "Imaginei mudar a cor, com umas mechas californianas", completou. O que ela não imaginava era que a mudança proposta pelo expert Robson Trindade seria exatamente definir os cachos. Um pouco apreensiva, ela topou a sugestão, pois não haveria a necessidade de permanente.
Robson respeitou a vontade de Jéssica de não mexer muito no comprimento, então optou por um método de corte dá um novo look, tirando apenas um centímetro da base. "Primeiro eu prendo mechas em meia lua no alto da cabeça, começando da frente para trás. Apenas a última, perto da nuca, fica solta. Aí, eu junto com a mecha mais próxima e corto apenas a diferença entre elas. Indo agora de trás para frente", explica.
O próximo passo foi a coloração. O profissional optou por luzes em degradê, clareando de meio a dois tons os fios da estudante. A novidade foi o uso do aparelho Hair Lites. "Ele pinça a mecha e desliza o produto por ela", disse. O método permite que a aplicação seja feita em menos tempo. "Leva aproximadamente 15 minutos para aplicar em todo o cabelo", comentou. Depois disso, ele envelopou as madeixas de Jéssica com grandes pedaços de papel filme, sem apertá-los na cabeça da estudante. "Onde o papel encosta, o cabelo clareia mais. Isso acontece porque a resina faz com que a pessoa transpire e, consequentemente aquece o local e acelera o processo", ensinou.
O papel ficou apenas entre quatro e cinco minutos na cabeça de Jéssica e ela, então, foi levada para o lavatório. Lá, ela tratou os fios com os produtos da linha profissional de Seda. De volta à cadeira do expert, foi dado início ao processo que a deixaria com cachos definidos. Ele consiste em desembaraçar todo o cabelo apenas com os dedos e depois secá-lo apertando os fios com o difusor. Feito isso, nossa participante foi para a sala de maquiagem sob os cuidados de Márcia de Britts.
Na etapa final da transformação, Robson escovou apenas a franja de Jéssica enquanto suas assistentes davam um último retoque com o difusor no restante do cabelo. O resultado foram cachos super definidos sem a necessidade de química ou babyliss.
Fonte:/blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=691329862384577620

domingo, 7 de outubro de 2012

Salto alto: pode ou não pode?


Salto alto: pode ou não pode?

O sonho de grande parte das mulheres é ter a postura da boneca Barbie, que já nasceu de salto alto. Impressionante como alguns centímetros a mais na altura dos calçados podem fazer as pernas parecerem mais torneadas, o bumbum e os seios mais empinados, e com isso, melhorar a autoestima feminina. Entretanto, o salto alto deve ser usado com moderação: quanto maior e mais fino, mais problemas pode provocar à saúde.
São dores da beleza, justificam as mais vaidosas! Para quem já se acostumou, o desconforto muitas vezes é maior na hora de calçar um sapato baixo. Mas, a questão é que quem faz uso rotineiro do salto alto pode gerar mudanças biomecânicas no corpo e alterações na musculatura: os músculos da parte de trás da perna ficam mais curtos e os da frente mais longos. Além disso, segundo o professor de educação física Helson Anacleto, da academia GAFF Studio, a posição elevada do calcanhar provoca excesso de tensão e pode causar até bloqueio articular. Outro problema comum é a modificação do posicionamento do hálux, o dedão do pé. “Como quase 100% desses calçados tendem a ter a ponta extremamente fina, o hálux acaba sendo empurrado para o meio do pé. A consequência é o surgimento do famoso joanete, que aparece para suprir a deficiência biomecânica do hálux.”, explica o profissional.
E não é só: o salto alto também pode acarretar danos à coluna, como o aumento da lordose, dores no joelho, calosidades, tendinites e unhas encravadas. Porém, depois de todo esse revés, pode ficar calma, porque o calçado preferido da mulherada não está proibido pelos ortopedistas, o segredo é variar na altura. De acordo com os especialistas, deve-se intercalar o uso de sapatos com saltos mais altos e mais baixos para não acostumar a musculatura, pois se isso acontecer, cada vez que se mudar a elevação do salto, a pessoa sentirá dor.
Existem técnicas e exercícios simples que podem ser colocados em prática diariamente para remediar o desconforto e os prejuízos do uso do salto alto. “Massagear a musculatura da parte posterior da panturrilha, com foco na região mais próxima do tendão calcanear e movimentar o tornozelo, levando o joelho até a parede e de volta para a posição inicial podem ajudar bastante.
 Fonte:
 /blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=8166371926727875391

































































Azeite e óleo de linhaça: uma dupla imbatível


Azeite e óleo de linhaça: uma dupla imbatível

No universo da nutrição, algumas parcerias são conhecidas por sua sinergia. É o caso do azeite de oliva e do óleo de linhaça, como comprova um novo estudo do Laboratório de Sinalização Celular da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, no interior paulista. Segundo o trabalho, pequenas doses desses alimentos combinados reduzem o risco de obesidade e afastam o diabete do tipo 2.
Para comprovar a façanha, os pesquisadores, primeiro, ofereceram durante dois meses uma alimentação rica em gordura saturada — aquela encontrada em carnes gordas, sorvete, manteiga e em muitos outros produtos industrializados — a ratos e camundongos. "Esse modelo de dieta gerou uma inflamação no hipotálamo, região do cérebro que é responsável por controlar a necessidade de comer", conta Juliana Moraes, bióloga e autora do estudo. E o resultado de uma pane dessas é desastroso. Afinal, depois de uma bela pratada, o sinal de saciedade não é percebido e, assim, a comilança segue desenfreada. Nas cobaias, além de catapultar a obesidade, a situação abriu caminho para que o diabete se instalasse.

Diante disso, os cientistas se perguntaram: será que as gorduras insaturadas, como o ômega-3 do óleo de linhaça e o ômega-9 do azeite de oliva, seriam capazes de combater a famigerada inflamação e reverter o caos? Para chegar à resposta, Juliana e o nutricionista Dennys Cintra, seu parceiro no trabalho, estimularam os animais a consumir diferentes porções de ambos os óleos por outros dois meses.

Para preservar as gorduras boas do duo oleoso, evite usá-lo em frituras

"Estipulamos que 35% da alimentação total seria formada por gorduras. Então, dividimos os animais em três grupos e demos a cada um diferentes doses dos ômegas", descreve Juliana. No final, notou-se uma melhora no estado inflamatório do hipotálamo, permitindo que os roedores percebessem a sensação de barriga cheia. Como consequência, eles passaram a comer menos e, viva!, não acumularam quilos extras. Para a história ficar ainda mais apetitosa, houve diminuição nas taxas de açúcar correndo pelo sangue, provavelmente por um aumento da sensibilidade à insulina, o que favoreceu o controle do diabete.

E, para quem acha que é preciso se empanturrar de azeite e óleo de linhaça para obter os benefícios, um aviso: os melhores efeitos foram registrados na turma que ganhou pequenas porções, facilmente conquistadas no prato — uma única colher de sopa de cada óleo estaria de bom tamanho. A colherada, no entanto, escoou pela culatra no grupo que recebeu uma suplementação bem mais do que caprichada. "Apesar de benéficas, essas gorduras são bastante calóricas. Portanto, devem ser consumidas com moderação", informa Louise Saliba, professora de nutrição da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Ainda cabe ressaltar que a farinha da linhaça disponibiliza teores generosos de ômega-3 e, por isso, pode ser uma opção ao óleo da semente. "O correto é comprar os grãos e triturá-los em casa para garantir o total aproveitamento das gorduras do bem, que podem se perder durante o processo de industrialização do farelo", informa a nutricionista Camila Janielle, do Hotel-Escola

Senac, em Campos do Jordão, no interior de São Paulo. Se não conseguir consumir todo o conteúdo de uma só vez, outro macete para preservar suas propriedades: "Armazene-o em um recipiente fechado dentro da geladeira", ensina Roberta Thys, professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Coração blindado

Ninguém precisa esquentar a cabeça caso não seja possível usar os dois óleos juntinhos, no mesmo dia — o que até seria o ideal, mas... Individualmente, o duo também bate um bolão. Segundo um estudo recente do grupo EurOlive, formado por instituições de cinco países europeus, os polifenois do azeite de oliva ajudam a frear a oxidação do colesterol LDL, considerado perigoso. Quando isso ocorre, reduz-se o risco de placas de gordura na parede dos vasos, a temida aterosclerose — doença por trás de encrencas como o infarto. A conclusão veio à tona depois de os cientistas estimularem 200 homens a consumir o óleo dourado com diferentes concentrações de polifenois ao longo de três semanas.

É verdade que a dieta mediterrânea, da qual o azeite é um dos principais componentes, há tempos é reconhecida por sua incrível capacidade de proteger o coração. Só que o seu papel específico nessa empreitada não era consenso até agora. "Daí a importância dessa pesquisa. Trata-se de um bom pontapé inicial para esclarecer, de vez, as vantagens de incluir o azeite na dieta", avalia Heno Lopes, cardiologista do Instituto do Coração de São Paulo, o Incor.

Segundo Louise Saliba, o óleo da azeitona ainda guarda outros trunfos. "Ele estimula a dilatação dos vasos sanguíneos e, assim, reduz a pressão arterial. Também resguarda o DNA contra danos oxidativos, evitando tumores", conta. A dica para usufruir de tanta benesse é regar saladas, arroz, vegetais cozidos, pães e torradas com 2 a 4 colheres de sopa do alimento por dia. "O ideal é usá-lo frio, já que o calor degrada, parcial ou totalmente, os compostos antioxidantes", avisa a nutricionista da PUC do Paraná.

O médico nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, Durval Ribas Filho, endossa a utilização do azeite para banhar o organismo de saúde, mas alerta: "Estamos ingerindo mais ômega-6 e ômega-9 e pouco ômega-3. E a desproporção pode trazer prejuízos". Ele lembra que uma investigação japonesa já mostrou um aumento no risco de câncer gástrico por causa do desequilíbrio. Para não cair na cilada, é só investir vez ou outra em peixes de água fria, como salmão e atum, e, é claro, na linhaça.

Fonte:blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID=7564716289141431219


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Frutas e verduras reduzem o desejo de fumar



Café, álcool, doces, carnes e refrigerantes à base de cola estimulam o vício pelo tabaco.
Para chegar à conclusão, os cientistas da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, avaliaram cerca de mil fumantes. Em uma primeira etapa, eles perguntaram sobre seus hábitos. Depois de 14 meses, retomaram o contato e perceberam que os consumidores de pelo menos quatro porções diárias de frutas e verduras eram menos dependentes do tabaco do que aqueles que não investiam nesses alimentos. "Eles também se mostraram três vezes mais propensos a abandonar o vício", conta Gary Giovino, um dos autores do trabalho. Para ele, o fato de esses itens interferirem na saciedade pode explicar os resultados. "Com estômago cheio, as pessoas não confundem fome com vontade de fumar", justifica. Além disso, maçã, cenoura e companhia têm sido associadas a uma melhora no humor - e muita gente acende o cigarro ao menor sinal de estresse. "O resultado do estudo é muito interessante, porque mostra que melhorar a alimentação pode ser um passo importante para largar o cigarro", opina Luciana Harfenist, nutricionista funcional do Rio de Janeiro.
Fonte:/blogger.g?blogID=1432189983371801417#editor/target=post;postID