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domingo, 23 de setembro de 2012

O que é glúten? Ele faz bem


Até pouco tempo, o glúten era desconhecido pela maioria das pessoas. Hoje, no entanto, as embalagens de diversos alimentos possuem o seguinte aviso: “Contém glúten”. E aí, surgiram as dúvidas. Afinal, o que é Glúten? Ela é prejudicial à saúde? O ideal é evitar o seu consumo?
 
Agora, você terá a chance de desmistificar esse tema. A nutricionista da Unilever, Laís Aliberti, responde às dúvidas mais comuns sobre o glúten, para você acertar nas escolhas e investir na saúde à mesa.
 

O que é o glúten?

 
É uma proteína vegetal presente no trigo, cevada, centeio, aveia, malte e derivados desses alimentos. Hoje é obrigatório que os alimentos industrializados declarem a presença de glúten em suas embalagens, por meio do rótulo, já que é comum a presença dessa substância em diversos itens, como pães, bolos, bolachas, macarrão, coxinhas, quibes, pizzas, cervejas e whisky. Sua função é dar elasticidade aos alimentos. No caso do pão, por exemplo, é o glúten que permite o crescimento e confere a maciez e a textura adequadas. Por isso, trata-se de um elemento de difícil substituição.
 
 
O glúten faz mal para a saúde?
 
Apenas para quem é celíaco. As demais pessoas podem consumir o glúten sem problemas.
 

O que é a doença celíaca?

 
A enfermidade é caracterizada pela hipersensibilidade ao glúten. A doença atinge o intestino delgado, dificultando a absorção de nutrientes como o ferro, ácido fólico, vitaminas B12, A, D, E, K e zinco. Entre os sintomas, podemos citar: diarreia, perda de peso, vômito, anemias e outras deficiências nutricionais. Por isso, os celíacos precisam ficar de olho nas embalagens dos alimentos e optar por aqueles que têm a informação “Livre de glúten”. “Vale a pena ressaltar que a doença celíaca é uma condição específica e diagnosticada após exames. Pessoas que não foram diagnosticadas com a doença celíaca não devem excluir o glúten da sua alimentação”, alerta a nutricionista.
 

Trocas espertas de alimentos

 
Os alimentos abolidos são facilmente substituídos por outros! Mandioca, batata, fubá, arroz, fécula de batata, polvilho, farinhas de mandioca e de milho, quinoa, amaranto e linhaça são algumas alternativas, pois não contêm glúten e podem ser consumidos pelos celíacos. Outra ótima opção, é o amido de Milho Maizena que oferece vantagens por suas múltiplas possibilidades de uso – elaboração de massas, molhos, cremes, bolos, tortas, alimentação infantil etc. “É importante ressaltar que os utensílios utilizados na cozinha também podem servir de ‘contaminantes’ por conterem resíduos do glúten. Por isso, os celíacos devem ter uma atenção especial para que não haja contaminação cruzada (quando um alimento ou objeto que não contém glúten é ‘contaminado’ por outro) durante o preparo dos alimentos”, finaliza Laís.
  ou mal à saúde?

fonte:  http://www.portalvital.com/saude

Sua casa, sua academia

Que tal mexer o corpo sem precisar ir à academia? Basta substituir os halteres, as barras e os aparelhos por materiais alternativos que você já tem em casa, como uma cadeira, embalagens de 1 quilo de mantimento e garrafas de 500 ml de água. Preparada? Então, vamos lá!
 
Para começar, apoie as mãos no assento de uma cadeira, mantendo os dedos para fora e deixando as pernas semiflexionadas à frente, com os tornozelos apoiados no chão. Deixe o quadril próximo ao assento, mas sem encostar, sustentando o peso do tronco com os braços. Flexione e estenda o cotovelo 12 vezes, levando o tronco para cima e para baixo, sem mexer as pernas. “Esse exercício enrijece o tríceps, o músculo do tchauzinho”, ensina Lívia Lanzoni, personal trainer da Academia Bodytech. Depois, fique em pé, na frente da cadeira. Cruze os braços no peito e agache lentamente, sem tirar o calcanhar do chão, colocando o quadril para trás, como se fosse se sentar. “Mantenha as costas alinhadas, o abdômen contraído, as pernas paralelas e afastadas na largura dos ombros. Repita o movimento 12 vezes para fortalecer as pernas e o glúteo”, orienta Lívia.
 
Em seguida, pegue duas garrafinhas de água de 500 ml e deite-se em um colchonete com as pernas flexionadas, apoiando todo pé no chão e deixando a lombar relaxada. Segure uma garrafa em cada mão, eleve os braços na altura do peito e abra-os e feche-os, lentamente, mais 12 vezes, a fim de fortalecer o músculo peitoral. Agora, pegue duas embalagens de mantimentos de 1 quilo cada. Em pé, mantenha pernas afastadas, pés voltados para frente, coluna reta e cotovelo estendido. Segure uma embalagem em cada mão e, para começar, flexione um dos braços, mantendo o cotovelo próximo ao corpo. Quando voltar, inicie pelo outro braço. Repita alternadamente durante 60 segundos, para fortalecer o bíceps, o músculo do “muque”. Na sequência, deite-se no colchonete e dobre os joelhos, firmando os pés no chão. Apoie a embalagem no seu abdômen e eleve o quadril, contraindo os glúteos. Fique na posição por 5 segundos e retorne à posição inicial. Faça 3 séries de 10 a 15 repetições, para manter o glúteo firme.
 

 
Serviço de casa também fortalece!
Sabia que ao realizar as tarefas domésticas você também faz exercícios e emagrece? “Esfregar o chão durante 30 minutos queima 150 calorias, enquanto lavar a louça pelo mesmo tempo queima 160 calorias”, afirma Samara Queiroz, coordenadora técnica da Academia Runner. Tem mais: ao lavar o carro por apenas 20 minutos, você dá adeus a 130 calorias. E que tal cuidar do seu jardim? Regar o gramado e podar as plantas durante 30 minutos elimina 200 calorias!
 
Haja energia para cuidar da casa e ainda manter a boa forma, não é? O segredo para aumentar o pique, a disposição e ficar animada ao executar todas as suas tarefas é tomar um copo de AdeS pela manhã. Em diversos e deliciosos sabores, a bebida à base de soja contém nutrientes essenciais para você levar a vida de forma dinâmica e saudável. Experimente!
fonte: http://www.portalvital.com/saude/ginastica/sua-casa-sua-academia
 

Diet, light e zero: entenda as diferenças

Bebida zero, pão light, sorvete diet... A quantidade desses alimentos disponíveis no mercado é grande, e na hora da compra é difícil saber diferenciá-los. Qual a melhor escolha para quem quer emagrecer? E para os diabéticos, qual o mais indicado? Esclareça agora essas e outras dúvidas!
 
Diet
 
Isento de determinado ingrediente em sua composição, o produto é desenvolvido para atender a consumidores com necessidades específicas. São pessoas que precisam de alimentos que eliminam ou substituem algum componente, como o açúcar (no caso dos diabéticos), o sal (para os hipertensos), o glúten (para os celíacos) ou a gordura (para quem tem colesterol alto). “É comum que o diet seja usado em dietas de emagrecimento, mas é preciso ficar atento, pois, às vezes, o valor energético desse item não é menor do que o da versão convencional. Há casos de produtos que não contêm açúcar, porém apresentam maior quantidade de gordura e, consequentemente, seu teor calórico é superior ao da receita original”, alerta a nutricionista Paula Fernandes Castilho.
 
Muitas vezes, também, os diet têm menor quantidade de açúcar, mas possuem muito sódio em sua composição. “Por isso, eles devem ser consumidos apenas quando houver necessidade”, avisa Paula. Para acertar na escolha, fique atento às informações do rótulo. Apenas a inscrição diet escrita na embalagem não é suficiente - a substância que foi retirada ou substituída na fórmula também deve estar especificada.
 
Light
 
É o produto com redução no valor calórico ou na quantidade de algum ingrediente da sua composição. “Não é preciso que ele tenha isenção total de certo componente, basta uma diminuição de, no mínimo, 25% de calorias ou de qualquer outro nutriente (por exemplo, açúcar ou gordura) em comparação à versão convencional”, explica a nutricionista. Ele é indicado para consumidores saudáveis, mas que buscam bem-estar, manutenção da saúde ou querem emagrecer.
 
É importante, no entanto, estar atento às informações do rótulo: o produto ao qual o light é comparado deve ser mencionado na embalagem. “E lembre-se de que o consumo exagerado de um alimento light pode resultar na ingestão de uma quantidade igual ou até superior de calorias, quando comparada ao consumo moderado de algo não light. Sendo assim, não exagere na dose!”, observa Paula.
 
Zero
 
A nomenclatura “zero” foi a última a integrar os termos empregados em embalagens de alimentos e indica que o produto apresenta restrição ou isenção de algum nutriente em comparação com a sua versão tradicional. “Se for isento de açúcares, ele pode ser consumido por diabéticos e por quem quer emagrecer”, afirma a nutricionista. É o caso de AdeS Zero, que possui o sabor de AdeS Original, mas não contém açúcar e apresenta em sua fórmula 27% calorias a menos do que sua versão regular. Por isso, seu consumo é indicado tanto para quem sofre de diabetes quanto para quem quer dar adeus aos quilos extras.
Fonte: http://www.portalvital.com/saude/light/diet-light-e-zero-entenda-as-diferencas